quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Discurso à Petrolina


Um fato que surge,
Um silêncio que cerca,
Atenção redobrada.
Uma história completa.

Desvendar os segredos
de tuas esquinas e becos
vencer teus desafios
e não sentir medo.

Em um banco de praça
Observa-se um mito:
um pôr do sol encantado,
um olhar e um grito.

A criança que brinca
O velho que dorme
A alegria sentida
na tarde que chove.

Labirintos estreitos
trouxeram mudanças.
Deu asas aos sonhos
e a esperança.

Eu corro livremente
Eu piso na areia
Eu viro carranca
E viro sereia.

Avenidas de amor,
monumentos de cor.
Orgulho medido
Que nunca traz dor.

Que eu cante teu canto
Fazendo parte dessa história
Marchando com tua gente
Rumo a vitória.

Petrolina é trabalho,
é educação e saber,
com muita alegria
nos leva a vencer.

Petrolina que cultiva
a parceria já formada.
Rio São Francisco e Chesf.
Que união abençoada.

A tristeza sai
dando espaço a alegria.
Quero a força desse rio
cheio de magia.

A chesf trouxe um progresso
para um presente visado
tudo do início
e um futuro alcançado.

Petrolina! Teus filhos te saúdam
Te amam sem mentira
Com alegria te aplaudem
Pois és estrela que brilha..

Ouvir tuas crenças,
Comemorar teus festejos,                                  
Estar presente
E saciar teus desejos.

Eu que escrevo poemas
te ofereço poesia.
Te conto esse conto
e te dou alegrias.

(Laina Kariny Alves da Silva)                                    

2 comentários:

  1. Este poema foi um dos concorrentes no concurso promovido pela Fundação Nilo Coelho em parceria com a Chesf.

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  2. “Tudo deveria se tornar o mais simples possível, mas não simplificado.” Albert Einstein

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